Delegados Internacionais,cerca de cem-e mil do continente americano lotaram o auditório Sala Plenária do "Parque Central",centro de Caracas,na abertura do Congresso da ccb,no dia 7 de dezembro






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Alfonso Cano saluda a los bolivarianos reunidos en Caracas

Delegados Internacionais,cerca de cem-e mil do continente americano lotaram o auditório Sala Plenária do "Parque Central",centro de Caracas,na abertura do Congresso da CCB,no dia 7 de dezembro.

Alfonso Cano | ANNCOL | 15-12-2009 a las 13:28 | 135 lecturas | 1 comentario

www.kaosenlared.net/noticia/alfonso-cano-sauda-os-bolivarianos-reunidos-em-caracas



Alfonso Cano saúda os bolivarianos reunidos em Caracas

Sob o marco do Congresso Constitutivo do Movimento Continental Bolivariano, o Comandante das Farc, Alfonso Cano, se une ao sentimento dos povos da América e do mundo.

Um dos apresentadores do grande acontecimento chamou a atenção para as tentativas do governo de Uribe de sabotá-lo. Organizações colombianas não puderam estar presentes pelas dificuldades na passagem pela fronteira, principalmente devido ao belicismo de Bogotá para com o povo bolivariano da Venezuela.

Movimento Continental Bolivariano: uma necessidade política de implicações estratégicas

Compatriotas latino-americanos e caribenhos presentes a este histórico evento, companheiros e companheiras: recebam a entusiasta saudação do Secretariado, do Estado Maior Central, do corpo de comando e dos guerrilheiros das FARC - EP, bem como de todos os membros das milícias Bolivarianas.

Constituir um movimento político continental, de essência bolivariana, justo quando o império estadunidense intensifica sua força militar na Colômbia e dispõe, de forma ameaçadora, sua máquina de guerra e de terror contra os povos latino-americanos e caribenhos, não é apenas uma necessidade histórica, mas um dever urgente, marcando o horizonte da unidade da luta de nossos povos para defender a sua dignidade, independência, história, valores, cultura, território, recursos humanos, a riqueza natural e o inalienável direito de moldar o seu futuro soberanamente.

O objetivo do Libertador de formar um país latino-americano estruturado como um único corpo de nações livres, que integrasse os nossos povos, foi o que garantiu a derrota do colonialismo em sua época, e para a definitiva independência de nossos povos do jugo de qualquer poder, esse objetivo continua em vigor; mantendo sua força como uma estratégia nascida do gênio e empenho exemplar e do inesgotável compromisso revolucionário de Simón Bolívar, que concebeu uma grande nação como um patrimônio coletivo de todos os povos e não como uma soma de grandes latifúndios reservados para minorias privilegiadas, ajoelhadas e submissas as ordens do império de plantão.

O acerto do poderoso plano bolivariano transcende 200 anos depois, da mesma forma que todos os seus ideais de igualdade, liberdade, justiça social, soberania e independência, resumo e essência das lutas atuais de muitos dos países da América Latina e Caribe, que combatem regimes oligárquicos que se renderam incondicionalmente aos amos estrangeiros, e como vítimas que somos da expansão capitalista descrita como "globalização", levantamos hoje, com mais urgência e legitimidade do que nunca, a bandeira da Grande Pátria ante a indisfarçável intenção gringa de ocupar os territórios ao sul do Rio Grande até a Patagônia, para realizar a sua estratégia de "destino manifesto", de acordo com seu slogan imperial e censurável: "a América para os americanos".

Está claro que um tratado militar como o recentemente assinado entre Washington e Bogotá, que permite a formação de sete bases estadunidenses na Colômbia, com a prerrogativa de utilizar todo o sistema aeroportuário, o espaço aéreo e mares territoriais sem limites para as tropas que se deslocam em seus navios e aviões de guerra, e pela presença maciça de paramilitares norte-americanos chamados "empreiteiros", não estão limitados à luta contra o tráfico de drogas e o chamado terrorismo, mas buscam desestabilizar os processos de democratização e independência em curso na América Latina.

A guerra contra as drogas é uma estratégia fracassada que os EUA Utilizam hoje como um pretexto para a intervenção e agressão em diferentes partes do mundo.

A guerra contra o terrorismo - lastro qualificativo o­nde cabem todos os seus adversários políticos - conduzida pela Casa Branca, a mesma que ordenou o bombardeio atômico de Hiroshima e Nagasaki, que devastou o Vietnã com napalm e armas químicas, que ataca o povo do Iraque e Afeganistão e apóia o terrorismo de Estado israelense, é uma outra máscara do império e das transnacionais para justificar suas atrocidades.

A América Latina, na estratégica esquina da América do Sul que ocupa a Colômbia e como resultado de um longo plano que está em andamento, começa a ser novamente invadida, desta vez com a aquiescência de um presidente como Álvaro Uribe, apoiado pelo para-militarismo criminoso e narcotraficante - uma realidade bem conhecida por Washington - apátrida e chefe do governo mais corrupto da história da Colômbia, e que precisamente por isso os EUA o utilizam para avançar neste projeto que visa recuperar a influência perdida no seu antigo "quintal dos fundos".

O fracassado golpe contra o presidente Chávez, em 11 de abril de 2002, e o golpe contra o presidente Zelaya - que pretendem encobrir reconhecendo as eleições espúrias vencidas por Lobo - as sistemáticas provocações para desestabilizar a fronteira Colômbia/Venezuela, os esforços claros e ininterruptos de desestabilização em vários dos nossos países, fazem parte desta nova ofensiva do estado gringo e da reação contra os avanços da integração continental e o crescente sentimento anti-imperialista de nosso continente, enquadrada na visão Bolivariana da independência, ou seja, no ataque frontal das massas oprimidas contra o poder colonial e as oligarquias. Em outras palavras, a luta de classes para a libertação dos oprimidos, o confronto social e político pela democracia desenvolvem-se profundamente, sem interrupções, com raízes no melhor e mais avançado das nossas tradições, marcadad por nossas peculiaridades e idiossincrasias, como parte de um processo verdadeiramente latino-americano rumo ao socialismo.

Nosso compromisso com este processo, com a soberania nacional e popular, pela grande pátria e pelo socialismo é total e incondicional. É a nossa inabalável razão para a existência das FARC - EP como nos incutiram nossos comandantes e fundadores Manuel y Jacobo, e que reafirmamos diariamente com plena e total confiança na vitória final.

Ante este acontecimento excepcional, reafirmamos nossa confiança na demarcação que significará para as lutas dos povos latino-americanos a construção do Movimento Continental, nutrido do pensamento bolivariano e inspirado como todos nós na vida exemplar do Libertador, incomensurável quadro ético que nos estimula permanentemente nas dificuldades da luta para alcançar os objetivos que estabelecemos.

Reiteramos os nossos votos de um intercâmbio enriquecedor, que gere conclusões e propostas sábias que vão de encontro ao movimento de massas, a organização, a luta contra o invasor e a construção da Pátria Grande!

Pela unidade latino-americana e caribenha contra a invasão imperial dos Estados Unidos: Adiante!

Muito obrigado,

*Alfonso Cano

Cmte do EMC das FARC - EP

Montanhas da Colômbia, dezembro 2009

 

Más información:

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Solidaridad
Delegación británica observó la situación de derechos humanos en Colombia, solicitó sea bloqueado el TLC con la UE

"Fuimos seguidos, fotografiados de manera intimidante, puestos bajo vigilancia y la policía pasó nuestros datos personales a individuos no identificados que no llevaban uniformes sino ropa de civil"

Agencia Prensa Rural | 15-12-2009 a las 13:23 | 139 lecturas

www.kaosenlared.net/noticia/delegacion-britanica-observo-situacion-derechos-humanos-colombia-solic





Una misión de parlamentarios británicos, dirigentes sindicales, y abogados laboralistas visitaron a Colombia desde el 29 noviembre al 5 diciembre. Transcribimos el informe elaborado por los observadores tras la visita.



Informe de la observación 

Nos reunimos con sindicalistas, representantes del gobierno, políticos, presos políticos, representantes de la campaña para la paz, líderes campesinos, familiares de los rehenes de las FARC y las madres, esposas y hermanas del escándalo de los falsos positivos.

En especial:

Asistimos al congreso de FENSUAGRO y escuchamos evidencia de los ataques en contra del sindicato, sus dirigentes y el asesinato continuo de los miembros de este sindicato.

Visitamos a Soacha para conocer los familiares de las víctimas del escándalo de los falsos positivos y fuimos testigos de la impunidad que persiste en estos casos.

Fuimos testigos a las condiciones horrorosos en las que viven las presas políticas en el Patio 6 de la cárcel de mujeres Buen Pastor, la falta del debido proceso, la detención sin juicio y el hecho inhumano de separar a los niños de sus madres presas.

Nos reunimos con el ejército, el Secretario de Gobierno, la defensora, y lideres de la comunidad La Macarena. Escuchamos docenas de testimonios sobre el tratamiento escalofriante y brutal de los campesinos y otros civiles por el ejército. Nos horrorizó los cientos de cadavares NN en el cementerio. A pesar de afirmaciones contrarias, está claro por las fechas en las tumbas que las ejecuciones extrajudiciales siguen. No vimos ninguna evidencia de inversión en infraestructura social.

Hablamos con varios sindicatos, incluidos la CUT, FUNTAENERGETICA, Asonal Judicial, Anthoc y otros. Estamos profundamente preocupados por los ataques, asesinatos, y criminalización a que están sometidos los sindicalistas que participan en huelgas y temas de derechos laborales. También nos preocupen los planes de cambiar el programa de protección de sindicalistas. Estuvimos en el Congreso y nos reunimos con congresistas de la oposición política. Nos contaron sobre las intercepciones ilegales de su comunicación y la criminalización de sus actividades legales, que va en contra del proceso democrático.

Conocimos al Profesor Moncayo y representantes de Colombianos y Colombianas por la Paz y aplaudimos sus esfuerzos para asegurar la libertad de los rehenes y promover un intercambio humanitario de presos como un paso hacia un proceso de paz y una solución política negociada al conflicto. Durante nuestra visita hemos sentido una pequeña muestra de los tipos de hostigamientos, intimidación y amenazas que enfrentan diariamente los defensores de derechos humanos, sindicalistas, periodistas independientes, y políticos de la oposición.

Fuimos seguidos, sujetos a ser fotografiados de manera intimidante, puestos bajo vigilancia y la policía pasó nuestros datos personales a individuos no identificados que no llevaban uniformes sino ropa de civil.

Creemos que tales acciones fueron diseñadas con la intención de intimidarnos y a los defensores de derechos humanos y sindicalistas que nos acompañaron.

Durante toda la visita, escuchamos testimonios detallados de las violaciones de derechos humanos y sindicales, incluyendo:

Ejecuciones extrajudiciales

Asesinatos

Desplazamiento forzado

Detenciones arbitrarias

Detenciones masivas

Desapariciones

Criminalización de la oposición política

La transferencia forzada de la tierra de los campesinos a la agroindustria grande y las Corporaciones Multinacionales.

Después de haber escuchado tales testimonios creemos que:

El ejercito colombiano es responsable por la mayoría de las violaciones de derechos humanos en contra de la población civil y la falta de acción por parte del gobierno para enfrentarse a estos abusos les hace cómplices y culpables de la continuación de estos abusos.

Los abusos son sistemáticos, amplias y continúan.

La actividad paramilitar persiste, especialmente en las regiones rurales y además hay evidencia de que siguen los vínculos entre los paramilitares y el ejército.

Los derechos y procesos democráticos son negados por los ataques físicos y verbales en contra de la oposición.

Hacemos un llamado a que:

Cualquier futuro ayuda militar o asistencia internacional a las fuerzas de seguridad del estado cese inmediatamente.

El Tratado de Libre Comercio entre Colombia y la Unión Europea sea bloqueado.

Para que todos los actores del conflicto trabajen hacia un intercambio humanitario de presos como parte de un paso hacia un proceso de paz. Se respete los derechos humanos y sindicales, incluidos el derecho a asociación y el derecho a huelga.

Ayuda extranjera sea destinada a proyectos humanitarios y sociales. Las fuerzas de seguridad del gobierno dejen de perseguir a los civiles, y dejen de acusar del terrorismo a los que se oponen a sus opiniones.

La liberación de todos los presos políticos, tales como Rosa Díaz, Carmelo Agamez, Alirio Garcia y Liliany Obando. Se debe respetar los derechos consagrados en la ley para presas condenadas- estar en un cárcel cerca de su hogar, estar en un cárcel específicamente diseñada para su género y poder elegir ser detenido en su domicilio para poder estar con sus hijos. La intimidación de los presos y presas que denuncian violaciones a sus derechos debe cesar inmediatamente.

Haremos campaña en los parlamentos del Reino Unido y Europa y en la comunidad internacional, sobre todos estos temas y seguiremos fortaleciendo nuestros vínculos con sindicatos individuales y la CUT para ayudar a desarrollar su capacidad.
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